Catolicismo de maneira inclusiva

Autor: Katholikos (Página 44 de 168)

01 de janeiro – Monsenhor André Sampaio

“Sabemos que nesta vida nada é fácil. Todos passam por alguma dificuldade. Isso acontece porque essa vida é uma escola onde nos encontramos justamente para aprendermos a desenvolver nossas virtudes e nos livrarmos dos nossos vícios e defeitos. Somos seres imperfeitos, e temos muito o que aprender. Porém, se não tivermos confiança na Divina Providência, tudo se tornará mais difícil para nós. Assim, por mais difícil que seja o momento que estejamos passando, lembre-se de orar e pedir o amparo Divino que não faltará jamais. Deus sempre nos ajuda, mas para que essa ajuda seja eficaz, é primordial que tenhamos confiança Nele e em seus desígnios. Não nos revoltemos, tampouco culpemos os outros pelas nossas desventuras. Deus é misericordioso e está sempre pronto a nos ajudar, mesmo quando erramos, pecamos e nos afastamos Dele. Por isso, se você está passando por dificuldades, sejam elas causadas por você mesmo ou por outros, não se revolte. Ore e confie. Deus está com você e para aquele que crê não existe o impossível. Tudo é passageiro! O bem é eterno!”

Monsenhor André Sampaio

31 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“A ausência de Deus em nosso coração, no nosso dia a dia, nos torna vazios e sem um sentido para a vida. Quando fechamos a porta de nosso coração por alguma razão, não permitimos que Jesus possa entrar para nos auxiliar. A falta de fé em si mesmo e de amor ao próximo nos trazem vazio, tristeza e dor. Reflitamos no porquê, conversando com Deus através da oração, pedindo ajuda. Mudemos esses sentimentos, oremos e ajuda virá. A prece é o melhor remédio para qualquer dor. Tenhamos amor, caridade e esperança em dias melhores, porque Jesus fará o melhor por nós, em todos os momentos. Alimentemos a fé em nosso coração, sempre!”

Monsenhor André Sampaio

31 de dezembro – São Silvestre, papa

São Silvestre, papa (© Musei Vaticani)

Papa “na liberdade de culto”

São Silvestre foi o primeiro Papa de uma Igreja que não devia mais se esconder nas catacumbas, por causa das perseguições dos primeiros séculos. No ano 313, durante seu Papado, o africano Milzíades e os imperadores Constantino e Licínio deram plena liberdade de culto aos cristãos. No ano seguinte, foi precisamente Silvestre a ocupar o sólio de Pedro .

Silvestre, sacerdote romano, cuja data de nascimento se ignora, – segundo o Liber Pontificalis – era filho de certo Rufino romano. Ele foi artífice da passagem da Roma pagã para a Roma cristã e aquele que presenciou à construção das grandes Basílicas, por obra de Constantino.

Ainda segundo o Liber Pontificalis, por sugestão do Papa, Constantino fundou a Basílica de São Pedro, na Colina Vaticana, sobre um templo preexistente, dedicado a Apolo, onde sepultou o corpo do apóstolo Pedro. Graças às boas relações entre Silvestre e Constantino, surgiram a Basílica e o Batistério de São João em Latrão, perto do ex-palácio imperial, onde o Pontífice começou a morar; a Basílica do Sessorium (Basílica de Santa Cruz em Jerusalém) e a Basílica de São Paulo extra Muros.

No entanto, a memória de Silvestre é ligada, principalmente, à igreja in titulus Equitii, que recebe o nome de um presbítero romano, que, se diz, tenha construído esta igreja sobre sua propriedade. Ela ainda existe nas proximidades das Termas de Trajano, ao lado da Domus Aurea.

Papa “confessor da fé”

Ao invés, não se sabe se Silvestre participou das negociações sobre os Donatistas de Arles e o Arianismo, no primeiro Concílio Ecumênico da história, ocorrido em Niceia, no ano 325. Segundo alguns, ele nem teve a possibilidade de intervir. Entretanto, ele deve ter gozado de grande impacto entre seus contemporâneos, tanto que, ao morrer foi honrado, publicamente, com o título de “Confessor”. Aliás, ele foi um dos primeiros a receber este título, atribuído, a partir do século IV, a quem tivesse transcorrido uma vida sacrificada por Cristo, mesmo sem martírio.

Além do mais, este Papa, sem dúvida, contribuiu para a evolução da Liturgia. Durante o seu Pontificado, provavelmente, foi escrito o primeiro Martirológio Romano. O nome de Silvestre é ligado também à criação da Escola romana de Canto.

A Milícia Dourada

O Papa São Silvestre é o Padroeiro da Ordem cavalheiresca chamada Milícia Dourada ou também “Espora de Ouro”, que, segundo a tradição, foi fundada pessoalmente pelo imperador Constantino I. Após vários acontecimentos, ao longo dos séculos, o Papa Gregório XVI, em 1841, no âmbito de uma ampla reforma das Ordens equestres, separou a Milícia Dourada da Ordem do Papa São Silvestre, assegurando-lhe dignidade e estatutos próprios. Em 1905, Papa Pio X acrescentou outras modificações, que vigoram ainda hoje.

A Ordem prevê quatro classes: Cavaleiro, Comendador, Oficial (Grande-Oficial), Cavaleiro Grã-Cruz. Das três Ordens equestres, disciplinadas pela Santa Sé, a menor é a de São Silvestre; a classe mais alta pertence à Ordem Planária, seguida por aquela de São Gregório Magno.

Fonte: Vatican News. Acesso em: 27 dez. 2023.

30 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“Em muitos momentos nos esquecemos de Deus porque clamamos por ele apenas nos momentos de dificuldades, quando estamos bem deixamos de lado a prece diária, o pensamento voltado ao sagrado e assim vamos nos distanciando da proteção que tanto necessitamos para não cairmos nas tentações e ilusões da vida. Solidificar a Fé é manter Deus vivo dentro do nosso coração e principalmente manter nosso pensamento para o bem, buscando sempre uma boa palavra nos momentos difíceis seja qual for a situação adversa que queira nos tirar a tranquilidade e o equilíbrio, a prece é o melhor que temos a fazer. Toda dificuldade tem solução se ainda não a temos é porque não chegou o momento de solucionar, porque Deus acredita na capacidade de cada um de nós e da reação que podemos ter diante das adversidades. Nas adversidades é que vamos lapidando e solidificando a nossa Fé raciocinada, sempre fazendo a nossa parte sem cobrar nada em troca e sem esperar que o outro faça por nós. Acreditem, todos somos capazes de vencer porque somos todos filhos de um mesmo Pai Celeste.”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento