Catolicismo de maneira inclusiva

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25 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“Muitos se preocupam com a ceia de Natal, com a festa e presentes. As pessoas se lembram até mesmo daqueles menos afortunados e nesta época sentem a necessidade de auxiliá-los também. Esta é uma atitude bastante válida, pois de certo modo demonstra a busca pela confraternização e união entre as pessoas, bem como a lembrança daqueles que tanto amamos, nesta data tão especial.

Ainda assim, não nos esqueçamos do principal motivo desta comemoração: Jesus. Lembremo-nos do Nosso Salvador, o Verbo de Deus que se fez carne, e meditemos em seus ensinamentos e no seu exemplo de amor e virtudes. Quais seriam os presentes que Jesus gostaria que trocássemos uns com os outros neste Natal?

Objetos e bens materiais que são perecíveis e nada acrescentam ao nosso Espírito, ou aqueles presentes que serão eternos como o Amor, a Caridade, a Solidariedade, a Paciência, o Carinho, o Respeito e tantas outras virtudes, que nos trazem a paz e a felicidade real e eterna?

A lista de presentes que Jesus nos recomenda e gostaria que trocássemos entre nós é infinita, porém não são palpáveis. Podemos senti-los, que é mais importante do que vê-los.

Portanto, não nos preocupemos com o valor material das coisas, mas sim com os sentimentos que temos por aqueles que nos rodeiam e que cultivamos dentro de cada um dos nossos irmãos de jornada.

Na Noite de Natal, se você tiver alguma desavença ou diferença com alguém, presenteie-o com o perdão, a indulgência e a misericórdia, estendendo a bandeira da paz, e saiba que com esta atitude estará presenteando o verdadeiro homenageado da noite, Jesus.

Ao agirmos dentro dos preceitos divinos, significa que aceitamos Jesus dentro de nós e esse é o verdadeiro presente que Ele espera de nós e que durará por toda a eternidade: O Amor Incondicional por Todos os Nossos Irmãos.

Que este Natal seja repleto de Paz e muito Amor, com Jesus no coração!”

Monsenhor André Sampaio

24 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“Ao amanhecer…

Quando os primeiros raios de sol

despontarem em sua janela, pare e pense

que esse dia te pertence…

E procure aproveitar do melhor modo

possível, como se esse dia fosse

o último dia de sua vida…

Olhe ao seu redor e procure fazer

o melhor que esteja ao seu alcance…

Não dê um passo maior que sua perna,

pois o futuro nos espera…

Seja solidário, humilde, não tampe

os ouvidos para os oprimidos…

Estenda suas mãos aos necessitados,

pois a semente de seu passado será

o fruto do seu futuro…

Não tenha espírito de grandeza,

pois a sua realeza será desfocada

por você se achar que é mais que os alheios…

Não pense que você é mais que alguém

para que com isso você possa se dar bem!”

Monsenhor André Sampaio

23 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“A simplicidade é uma forma de leveza. Nas relações humanas ela faz a diferença. O que cultiva a simplicidade tem a facilidade de tornar leve o ambiente em que vive. Não cria confusão por pouca coisa; não coloca sua atenção no que é acidental, mas prende os olhos naquilo que verdadeiramente vale à pena.”

Monsenhor André Sampaio

22 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“O orgulhoso se diz cético, por achar que não pode haver nada no universo que ele desconheça, o humilde reverencia o criador todos os dias porque sabe que há muitas verdades, que ainda desconhece. Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobres, sem se importar de quem elas venham. A pessoa orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acredite nelas, mas porque são suas. O orgulho é grilhão que impede a evolução das criaturas. A humildade é a chave que abre as portas da perfeição. Pense nisso. Talvez você goste também!”

Monsenhor André Sampaio

21 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“Em quaisquer circunstâncias, busquemos auxiliar aos necessitados, fazendo todo o bem que pudermos. Ajudar o próximo é ajudar a si mesmo. Tudo o que fazemos de bom, um dia retornará a nós em forma de bênçãos. Deus sabe o que está no coração de cada um de seus filhos e sabe reconhecer quando trabalhamos com amor e desprendimento, sem esperar qualquer coisa em troca. Quando ajudamos os outros, uma paz imensa invade todo o nosso ser. Sentimos uma alegria interior tão grandiosa, que não há nada que pague essa maravilhosa sensação. Ajudemos sempre, sem orgulho ou vaidade. Ajudemos pelo simples prazer de ajudar, de ser útil. Somos todos irmãos, filhos de Deus. Qual pai que não se sente feliz ao ver que entre seus filhos reina a generosidade, a solidariedade e o amor fraterno? Então, que tal começarmos a fazer todo o bem que pudermos, começando pelo nosso próprio lar?”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento