Catolicismo de maneira inclusiva

Autor: Katholikos (Página 15 de 168)

12 de março – Monsenhor André Sampaio

“A fé fala, pois crer e falar, é o alicerce das realizações, visto que a palavra tem força e poder! Basta ter fé e acreditar!

Diga ao fraco, serás forte!

Diga ao enfermo, serás curado!

Diga ao desempregado, terás um emprego!

Diga ao triste, serás feliz!

Diga ao carnal, viverás uma vida Espiritual!

Diga ao bruto que serás um homem manso e pacato!

Diga ao necessitado, que serás próspero!

As palavras dominam a nossa vida e muitos ainda não conseguiram entender o poder e a força das palavras!”

Monsenhor André Sampaio

11 de março – São Constantino

Constantino faz parte da heroica história do cristianismo na Escócia. Ele era rei da Cornualha, pequena região da Inglaterra e se casou com a filha do rei da Bretanha. Depois se tornou o maior evangelizador de sua pátria e o responsável pela conversão do país.

O rei Constantino não foi um governante justo, até sua conversão. No início da vida cometeu sacrilégios e até assassinatos, em sua terra natal. Para ficar livre de cobranças na vida particular, divorciou-se da esposa. Foram muitos anos de vida mundana, envolvido em crimes e pecados. Mas quando soube da morte de sua ex-esposa, foi tocado pela graça tão profundamente que decidiu transformar sua vida. Primeiro abriu mão do trono em favor de seu filho, depois se converteu, recebendo o batismo. Em seguida se isolou no mosteiro de São Mócuda, na Irlanda, onde trabalhou por sete anos, executando as tarefas mais difíceis, no mais absoluto silêncio.

Os ensinamentos de Columbano, que também é celebrado pela Igreja, e que nesse período estava na região em missão apostólica, o levaram a se ordenar sacerdote. Assim, partiu para evangelizar junto com Columbano, e empregou a coragem que possuía, desde a época em que era rei, para a conversão do seu povo. As atitudes de Constantino passaram a significar um pouco de luz no período obscuro da Idade Média.

A Inglaterra e a Irlanda, naquela época, viviam já seus dias de conversão, graças ao trabalho missionário de Patrício, que se tornou mártir e santo pela Igreja, e outros religiosos. Constantino que recebera orientação espiritual de Columbano não usava os mantos ricos dos reis e sim o hábito simples e humilde dos padres. Lutou bravamente pelo cristianismo, pregou, converteu, fundou vários conventos, construiu igrejas e, assim, seu trabalho deu muitos frutos. Sua terra, antes conhecida como “o país dos Pitti”, assumiu o nome de Escócia, que até então pertencia a Irlanda.

Porém, antes de se tornar um estado católico, a Escócia viu Constantino ser martirizado. Foi justamente lá que, quando pregava em uma praça pública, um pagão o atacou brutalmente, amputando-lhe o braço direito, o que causou uma hemorragia tão profunda que o sacerdote esvaiu-se em sangue até morrer, não sem antes abraçar e abençoar a cada um de seus seguidores. Morreu no dia 11 de março de 598, e se tornou o primeiro mártir escocês.

O seu culto correu rápido entre os cristãos de língua anglo-saxônica, atingiu a Europa e se propagou por todo o mundo cristão, ocidental e oriental. Sua veneração litúrgica foi marcada para o dia de seu martírio.

Fonte: Franciscanos. Acesso em: 06 mar. 2024.

11 de março – Monsenhor André Sampaio

“É natural que na vida tenhamos dificuldades, mas não devemos nos desesperar, pois tudo isso é natural. Tudo faz parte de nossa peregrinação terrestre. Não devemos nos desesperar diante das adversidades, pois jamais estamos desamparados pelo nosso Pai Celeste. Ele está sempre velando por nós de alguma forma. Quando surgir uma dificuldade façamos a parte que nos cabe, e aquilo que não depende de nós, entreguemos a Deus e tudo se resolverá. Muitas vezes o que nos falta é a confiança, o que torna tudo mais difícil. Jamais passaremos por uma prova onde não tenhamos condições de suportá-la. Cada um recebe de acordo com o seu grau de entendimento. Além do que, não podemos nos esquecer de que tudo passa. O mal não dura eternamente, mas somente o tempo necessário para a nossa educação, crescimento e evolução. Por isso, desesperar jamais. Confiança sempre. Não estamos sozinhos. Temos Deus ao nosso lado!”

Monsenhor André Sampaio

10 de março – Monsenhor André Sampaio

“É humano sentir raiva, faz parte de nossa evolução atual, mas devemos nos esforçar para esquecê-la. Não devemos alimentá-la nos lembrando dela, nem remoendo acontecimentos passados, porque a raiva causa uma grande inquietude interior em nossos corações, principalmente em nossa família e nossos amigos. Somos as primeiras vítimas de nossa própria raiva. Ela nos queima por dentro, tirando nossa paz; obscurece nossos pensamentos, distorce nossas percepções.

A raiva acumulada, guarda um pouco aqui e ali, nos prejudica muito e nos afasta de Deus. As pessoas pensam que alguém ou algo lhes provoca raiva, mas essa raiva já existe dentro de nós, é criada e mantida por nós. Se você sente raiva, não pode culpar ninguém a não ser você mesmo. É necessário aprender a lidar com a raiva e nos livrar de seus efeitos maléficos, tanto físicos, mentais e espirituais, que Ela nos provoca. Como é inerente a nós ainda, é importante quando sentimos raiva perguntar a nós mesmos o que queremos desta situação, para onde isto pode nos levar?

Isto cria uma mudança mental em nosso foco e nos acorda. E em vez de ficarmos presos na raiva, nós a analisaremos. Então, podemos perguntar a nós mesmos de que outra maneira podemos conseguir nos libertar. E podemos perceber que ideias alternativas surgem na mente e isso melhora nossa autoestima, reduz a frustração e diminui a raiva.

Existem pessoas que gostam de ficar com raiva. Acham que até aliviam as tensões, mas depois se culpam e lutam para se libertarem disso. Ajudaria muito se elas entendessem que mesmo que pudessem sentir alívio no momento, colocando pra fora tudo que sentiam, isto não funciona. A melhor saída para sair desta situação, é tomar um copo de água, respirar algumas vezes profundamente, e lembrar-se de Deus pela oração, e pelo evangelho.

Todos os nossos defeitos internos, alimentam uns aos outros e se estamos presos no orgulho e na vaidade, é mais difícil libertar-se da raiva. A humildade e a ponderação nos ajudam a testemunhar o que está acontecendo dentro de nós, dando-nos força para mudarmos.

A raiva acumulada desde a infância, por exemplo, gera a depressão que tira a alegria de viver. Hoje em dia muitos médicos receitam remédios para depressão que podem até aliviar um pouco os sintomas, mas enquanto a pessoa não for na causa verdadeira da depressão, ela vai ficar sempre dependente, triste e angustiada, pois depressão é uma doença da alma, da raiva e do ódio que cultivamos, além das inúmeras outras doenças físicas que tem como origem a raiva, o ódio e assim por diante.

Porém não podemos nos libertar da raiva simplesmente suprimindo-a. É necessário cultivar os antídotos da raiva: a Tolerância, Paciência e o Perdão. Para ficarmos livres desse inimigo interno tão destrutivo que surge de uma mente insatisfeita e descontente, é essencial gerar o contentamento interior, a gratidão e o entusiasmo; cultivar a bondade, a benevolência e a caridade. Isto vai produzindo serenidade mental que impede a raiva de se manifestar.

Somente com o Perdão podemos abandonar os sentimentos negativos associados aos acontecimentos vividos, nos livrando das sensações de ressentimentos e raiva.”

Monsenhor André Sampaio

« Posts anteriores Posts recentes »

© 2026 Katholikos

Por Mauro Nascimento