Catolicismo de maneira inclusiva

Tag: amor (Página 3 de 4)

22 de setembro – Monsenhor André Sampaio

“Quando falamos em fraquezas humanas, temos que ter em nós a consciência de que ninguém é perfeito, mas todos têm condições de melhorar. Antes de julgar a fraqueza do outro, faça uma auto-análise em seus sentimentos e veja se tem condições de apontar as fraquezas alheias. Nesse caso, com certeza verá que tens mais modificações a fazer do que o outro. Não se pode fazer de conta que tudo em você está perfeito, temos sempre muito o que melhorar e esta é uma benção de Deus em sua vida, a oportunidade de melhorar suas fraquezas, sejam elas materiais ou morais. Quanto às fraquezas materiais, estas serão de fácil modificação porque tens a condição para parar de fazer algo que não lhe faça bem. Mas quanto às fraquezas morais, terás que percorrer um caminho mais difícil, terá que ir além das barreiras da matéria. O caminho a percorrer é de renuncia e muito amor no coração. Veja que quando temos que renunciar a vícios morais como a maledicência, orgulho, egoísmo o trabalho com nossos pensamentos e sentimentos deve ser árduo sem tréguas, porque senão caímos nas tentações. Não se envergonhe de ter fraquezas, envergonhe-se de não desvencilhar-se delas. Porque você é forte o bastante para mudar tudo em sua vida e principalmente os sentimentos que não sejam pautados no Bem e no Amor.”

Monsenhor André Sampaio

24 de agosto – Monsenhor André Sampaio

“Paciência para as dificuldades

Tolerância para as diferenças

Benevolência para os equívocos

Misericórdia para os erros

Perdão para as ofensas

Equilíbrio para os desejos

Sensatez para as escolhas

Sensibilidade para os olhos

Delicadeza para as palavras

Coragem para as provas

Fé para as conquistas

E amor para todas as ocasiões…”

Monsenhor André Sampaio

06 de julho – Monsenhor André Sampaio

“A inteligência sem amor te faz perverso.

A justiça sem amor te faz implacável.

A diplomacia sem amor te faz hipócrita.

O êxito sem amor te faz arrogante.

A riqueza sem amor te faz avarento.

A docilidade sem amor te faz servil.

A pobreza sem amor te faz orgulhoso.

A beleza sem amor te faz ridículo.

A autoridade sem amor te faz tirano.

O trabalho sem amor te faz escravo.

A política sem amor te deixa egoísta.

A simplicidade sem amor te deprecia.

A fé sem amor te deixa fanático.

A cruz sem amor se converte em tortura.

A vida sem amor não tem sentido.”

Monsenhor André Sampaio

“O Amor antigo” de Drummond: uma reflexão sobre a durabilidade e a profundidade do amor

“O amor antigo vive de si mesmo,

não de cultivo alheio ou de presença.

Nada exige nem pede. Nada espera,

mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,

feitas de sofrimento e de beleza.

Por aquelas mergulha no infinito,

e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona

aquilo que foi grande e deslumbrante,

o antigo amor, porém, nunca fenece

e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.

Mais triste? Não. Ele venceu a dor,

e resplandece no seu canto obscuro,

tanto mais velho quanto mais amor” (O Amor antigo, Carlos Drummond de Andrade).

O amor antigo, descrito de maneira poética por Carlos Drummond de Andrade, é algo que muitas pessoas buscam em suas vidas. É um amor que não exige nada do outro, que não espera nada em troca, que simplesmente existe por si mesmo. É um amor que tem raízes profundas, que foi moldado pelo sofrimento e pela beleza, e que mergulha no infinito.

Enquanto muitos relacionamentos modernos são construídos em torno da conveniência, das expectativas e da reciprocidade, o amor antigo transcende esses fatores externos e encontra a sua própria fonte de sustento. Ele é alimentado pela lembrança dos momentos vividos, pelas dificuldades superadas e pela admiração mútua.

O amor antigo é também resiliente, capaz de sobreviver ao tempo e às mudanças. Enquanto muitos amores modernos são passageiros e efêmeros, o amor antigo resiste aos desafios e permanece, mesmo que em silêncio, como uma chama que nunca se apaga.

E, por mais que possa parecer paradoxal, o amor antigo se torna cada vez mais intenso com o passar dos anos. Talvez seja porque ele é cultivado de maneira diferente, não através de gestos grandiosos ou presentes caros, mas através de pequenas ações cotidianas, que demonstram o cuidado e o carinho um pelo outro. Ou talvez seja porque, à medida que envelhecemos, aprendemos a valorizar o que é realmente importante na vida, e o amor antigo se torna um refúgio seguro e reconfortante em meio à incerteza do mundo.

De uma forma ou de outra, o amor antigo é algo para se aspirar. É um amor que transcende as limitações do tempo e do espaço, que é alimentado pela alma e que é capaz de nos acompanhar por toda a vida. Ele nos lembra que o amor verdadeiro não é algo que pode ser comprado ou negociado, mas sim algo que deve ser cultivado com paciência, dedicação e, acima de tudo, com amor.

Mauro Nascimento

24 de junho – Monsenhor André Sampaio

“Para ser feliz na vida não posso ter:

Nenhuma manhã, sem entusiasmo…

Nenhum trabalho, sem amor…

Nenhuma alegria, sem sinceridade…

Nenhuma falta, sem arrependimento…

Nenhuma dor, sem paciência e crescimento…

Nenhum lugar, sem presença de Deus…

Nenhuma ofensa, sem perdoar de coração…

Nenhuma refeição, sem agradecimento…

Nenhum divertimento bom, sem limite…

Nenhuma noite, sem exame de consciência…

Nenhum dia, sem progresso espiritual…

Nenhum amor, sem o amor próprio…”

Monsenhor André Sampaio

« Posts anteriores Posts recentes »

© 2025 Katholikos

Por Mauro Nascimento