Katholikos

Catolicismo de maneira inclusiva

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18 de setembro – Monsenhor André Sampaio

“Nunca fique aborrecido se as pessoas não pensarem como você. Afinal, não somos iguais! Nunca tente obrigar ninguém a pensar como você, tanto quanto não queira que os outros pensem como você. Cada um de nós possui virtudes e defeitos, e aceitar as pessoas como elas são é um dos melhores avanços no linear de nossa santificação. Caminhemos sempre respeitando o próximo como se estivéssemos respeitando a nós mesmos! Misericórdia, compaixão e perdão…. assim seremos protagonistas de um mundo melhor.”

Monsenhor André Sampaio

17 de setembro – Monsenhor André Sampaio

“A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros e nossas vitórias. O importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, amor e fraternidade, pois a vida é uma dádiva e cada instante é um presente de Deus. Se você não pode ajudar os outros, pelo menos não os prejudique. Pois Deus além de ter criado a Lei do amor, onde devemos amar uns aos outros sem distinção, criou também a lei do retorno, onde tudo que fazemos aos outros pode retornar para nós!”

Monsenhor André Sampaio

17 de setembro – São Roberto Belarmino, cardeal, bispo e doutor da Igreja

Imagem: Wikimedia

O pai de Roberto queria que fosse político, mas o filho entrou para os Jesuítas. Humanista e distinto teólogo da Igreja pós-tridentina, Roberto Belarmino foi criado Cardeal em 1599. Este homem culto distribuiu todos os seus bens aos pobres. Pio XI o proclamou Beato, Santo e Doutor da Igreja.

Fonte: Vatican News. Acesso em: 12 set. 2023.

16 de setembro – Monsenhor André Sampaio

“A vida, em si somente, não ensina! É você quem decide, a cada momento, através do livre-arbítrio, se há uma lição a ser aprendida… Coisas boas e ruins acontecem a todos indistintamente, todos os dias… Podemos usar os momentos de dor, frustração e ressentimento para aprender a amar melhor… Podemos transformar o ódio em perdão… O ressentimento em compreensão… Basta tomar essa decisão! Podemos ser, hoje, melhores do que ontem. Cabe a você, somente a você, escolher se os acontecimentos de ontem, hoje e amanhã, serão usados para torná-lo uma pessoa melhor… Qual será sua escolha?”

Monsenhor André Sampaio

16 de setembro – Santos Cornélio, papa e Cipriano, bispo, mártires

São Cornélio, papa, Basílica de São Paulo fora das muralhas

A comemoração destes dois mártires, no mesmo dia, é muito antiga. O Martirológio de São Jerônimo já os celebrava juntos. Esta data escolhida indica, em particular, a renúncia ao trono papal do primeiro e a morte do segundo por decapitação.

Cornélio, o Papa da mansidão

Em Roma, no ano 251, após alguns anos de cargo vacante, devido à perseguição de Décio, Cornélio foi eleito Papa: era um romano, talvez de origens nobres, mas, certamente, reconhecido como homem de fé, justo e amoroso. Porém, a sua eleição não foi aceita pelo herege Novaciano, que se fez consagrar antipapa e promoveu um cisma precisamente na Cidade de Roma. Cornélio – que apoiava à distância o Bispo Cipriano – foi acusado de ser muito manso com os “lapsos”: estes eram apóstatas, que retornavam à Igreja, sem as devidas penitências, mas simplesmente com a apresentação de um certificado de reconciliação, obtido de algum suposto confessor. Além do mais, uma epidemia abateu-se sobre Roma e, depois, teve início também a perseguição anticristã de Galo. O Papa Cornélio foi exilado e preso em Civitavecchia, onde faleceu, mas foi sepultado nas catacumbas de São Calisto, em Roma.

Cipriano, Bispo convertido

Cipriano nasceu em Cartago, no ano 210: era um hábil retórico, que exercia a profissão de advogado. Certo dia, ao ouvir a palavra de Jesus, converteu-se ao Cristianismo. Transcorria o ano 246. Graças à sua fama de intelectual, foi imediatamente ordenado sacerdote e consagrado Bispo da sua cidade. Mas, em Cartago, a situação dos cristãos não era fácil: agravaram-se as perseguições de Décio, depois de Galo, Valeriano e Galieno. Assim, muitos fiéis, ao invés de morrer, decidiram voltar ao paganismo. Com o tempo, alguns se arrependeram, mas a conduta de acolhida e benevolência do Bispo Cipriano com eles não foi aceita pelos rigoristas. Envolvido na contenda dos “lapsos”, lutou contra o Padre Novato, que apoiava o antipapa Novaciano, e contra o diácono Felicissimo, que havia eleito Fortunato como antibispo. Em 252, Cipriano conseguiu convocar um Concílio em Cartago para condená-los, enquanto o Papa Cornélio, em Roma, confirmava a excomunhão deles. Durante a perseguição de Valeriano, o clandestino Cipriano retornou a Cartago, para dar testemunho da fé, mas ali foi martirizado.

Fonte: Vatican News. Acesso em: 12 set. 2023.

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Por Mauro Nascimento