Katholikos

Catolicismo de maneira inclusiva

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14 de novembro – Monsenhor André Sampaio

“Humilde é aquele que se despe de toda roupa do orgulho e da vaidade, faz-se transparente diante dos olhos espirituais de quem o vê, humildade é o amor agindo em nosso coração. Por muito tempo desperdiçamos forças e energias em assuntos, pensamentos e ações que nos tiram o discernimento de quem somos, há um momento da vida em que todos nós sem exceção, vamos nos questionar do que fizemos e do que somos diante da vida. As ilusões da matéria cegam-nos do que realmente vale apena viver e tiram-nos do caminho correto, nos deixando muito mais vulneráveis onde nossos defeitos ficam mais aparentes. Sejamos humildes diante de todos que se apresentarem a nós, não importa o que vamos viver ou que já vivemos, o que importa é agir sempre guiado pelas boas intenções para com o outro e para conosco, seja qual for à ocasião tenhamos firmes em nossos sentimentos os valores morais do amor, da caridade e do perdão. Nenhum de nós está livre da prestação de contas de nossos atos, se hoje a vaidade e o orgulho estão muito fortes em nossa vida é hora de refletir sobre o que estamos plantando, porque a nossa colheita será certa.”

Monsenhor André Sampaio

13 de novembro – Monsenhor André Sampaio

“A nossa alegria supera nossa tristeza,

Nosso consolo supera nossa dor,

Nossa fé supera nossa dúvida,

Nossa esperança supera nosso desespero,

Nosso entusiasmo supera nosso desânimo,

Nosso sucesso supera nosso fracasso,

Nossa coragem supera nosso medo,

Nossa força supera nossa fraqueza,

Nossa perseverança supera nossa inconstância,

Nossa paz supera nossa guerra,

Nossa luz supera nossa escuridão,

Nossa voz supera nosso silêncio,

Nossa paciência supera nossa impaciência,

Nosso descanso supera nosso cansaço,

Nosso conhecimento supera nossa ignorância,

Nossa sabedoria supera nossa tolice,

Nossa vitória supera nossa derrota,

Nossa ação supera nosso tédio,

Nosso ganho supera nossa perda,

Nossa resistência supera nossa fragilidade,

Nosso sorriso supera nosso choro,

Nossa gratidão supera nossa ingratidão,

Nossa riqueza supera nossa pobreza,

Nosso sonho supera nossa realidade…

Nosso amor a Deus, ao próximo, à vida, nos faz superar tudo!”

Monsenhor André Sampaio

12 de novembro – São Josafat Kuncewicz, bispo e mártir

São Josafat Kuncewicz

Josafat nasceu em uma família de ortodoxos cismáticos; ainda muito jovem, foi enviado a Vilnius, para se aprofundar no comércio, onde presenciou, pessoalmente, à luta entre Rutenos unidos e Dissidentes. Retirou-se para o mosteiro dos Basilianos da Santíssima Trindade, vivendo como eremita, por alguns anos; neste interim, consolidou suas posições, expressas em algumas obras escritas, para demonstrar a origem católica da Igreja Rutena e sua dependência primitiva à Santa Sé, bem como para estimular a reforma dos mosteiros de rito Bizantino e reafirmar o celibato do clero.

De eremita a “Apóstolo da Unidade”

Josafat Kuntsevytch aprofundou a doutrina dos Padres da Igreja, pelos quais ficou encantado, por serem depositários da Verdade. A partir deles, retomou seus estudos com maior convicção. Percebeu que o pensamento dos Padres da Igreja do Oriente não havia afetado a unidade da Igreja Católica, definida como Universal, porque dispunha de uma autêntica beleza espiritual. Logo, era uma só Igreja, um único rebanho, no qual as ovelhas se reuniam, e um só pastor, o Papa, que não é apenas homem, mas representa o Vigário de Cristo na terra. Eis a vontade de Deus contida na Palavra, a Palavra que é única: não sofre alterações e permanece para sempre.

Acusado de “roubar almas”

Tais convicções, descritas acima, orientaram o ministério de Josafat: primeiro, como monge e fundador dos mosteiros de Byten e Zyrowice; depois, como Bispo de Vitebsk e coadjutor de Polotsk, da qual se tornou Arcebispo, em 1618. Precisamente por suas convicções, os opositores começaram a acusá-lo de “ladrão de almas” da Igreja Ortodoxa. Não obstante, ele não passou à Liturgia em língua latina, mas manteve a Paleoslava, baseando seus ensinamentos, sobretudo, em dois fundamentos: a fidelidade à Sé de Pedro e a Tradição dos Padres. Ele queria levar a tais convicções os hereges e cismáticos e, por esta causa sagrada, aceitou o martírio: o bom pastor não deixa de sacrificar a própria vida para salvar as suas ovelhas. Em 12 de novembro de 1623, ao sair da igreja, após a celebração de um rito festivo, foi atacado por um grupo de ortodoxos, que o esfaquearam e balearam. Josafat Kuntsevytch foi canonizado por Pio IX, em 1867.

Contexto histórico-político

Josafat Kuntsevytch nasceu em Wolodymyr, Volnya, território da Ucrânia trans-carpática, que, na época, pertencia à Tchecoslováquia, depois anexada à União Soviética, após a Primeira Guerra Mundial. Neste contexto, ocorreu uma perseguição cruel contra a Igreja local, fiel a Roma – a Igreja Uniata – obrigada a se submeter ao Patriarcado de Moscou. O território em questão – também denominado Rutênia – era habitado por uma população, com fortes tendências autonomistas, que, em certo ponto, em 1938, parece ter-se unido para a criação de um governo ruteno ou ucraniano, em Uzhorod, apoiado pelos alemães. No entanto, após a Segunda Guerra Mundial, a Igreja Católica Ucraniana – apenas a que, com a partição da Polônia, em 1700, havia passado ao domínio da Áustria e sobrevivido – juntou-se ao Patriarcado de Moscou. Hoje, apenas os ucranianos, que emigraram ou escaparam das deportações soviéticas, puderam, livremente, manter suas tradições e professar sua fidelidade a Roma.

Oração ao Espírito Santo, por intercessão de São Josafat Kuntsevytch:

Intensificai, Senhor, na vossa Igreja a ação do Espírito Santo,
que levou o bispo São Josafat a dar a vida pelo seu povo,
para que, fortificados pelo mesmo Espírito,
não hesitemos em dar a vida pelos nossos irmãos”.

Fonte: Vatican News. Acesso em: 09 nov. 2023.

12 de novembro – Monsenhor André Sampaio

“Busque todos os dias de sua vida um novo jeito de sorrir e nunca deixe que pessoas ou sentimentos te façam sofrer. Porque a felicidade não está no fim da jornada, mas sim em cada curva do caminho em que você percorre pra encontra-la, pois existem duas coisas importantes na vida, o ‘motivo e o momento’! Você pode ter várias vezes o mesmo motivo, mas você nunca terá o mesmo momento. A magia da vida consiste em você derramar amor por onde passar e acrescentar gestos de carinho á todos que cruzarem…”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento