Katholikos

Catolicismo de maneira inclusiva

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11 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“É preciso ter força para ser firme,

mas é preciso coragem para ser gentil.

É preciso ter força para se defender,

mas é preciso coragem para baixar a guarda.

É preciso ter força para ganhar uma guerra,

mas é preciso coragem para se render.

É preciso ter força para estar certo,

mas é preciso coragem para ter dúvida.

É preciso ter força para manter-se em forma,

mas é preciso coragem para ficar de pé.

É preciso ter força para sentir a dor de um amigo,

mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.

É preciso ter força para esconder os próprios males,

mas é preciso coragem para demonstrá-los.

É preciso ter força para suportar o abuso,

mas é preciso coragem para faze-lo parar.

É preciso ter força para ficar sozinho,

mas é preciso coragem para pedir apoio.

É preciso ter força para amar,

mas é preciso coragem para ser amado.

É preciso ter força para sobreviver,

mas é preciso coragem para viver.

Se você sente que lhe faltam a força e coragem, deixe Deus abraçá-lo hoje com seu Amor!”

Monsenhor André Sampaio

10 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

“Se você está cansado, estressado, preocupado, ansioso… pare, respire fundo e pense bem:

Será que vale a pena?

Será que não estou me desgastando demais, sem necessidade?

Se aprendermos a usar bem a nossa FÉ, veremos que basta fazermos a nossa parte e entregar todo o resto a DEUS. Não devemos jamais nos acomodar mas, não podemos nos desgastar

com problemas que parecem não ter solução. O que não tem solução, solucionado está, mas tudo sempre tem solução, sempre uma porta se abre. Se conseguirmos nos acalmar e relaxar um pouco poderemos encontrar soluções que, estando nervosos, não enxergaríamos. Olhe bem para dentro de você… tudo o que precisa está aí: AMOR a Deus, a você e ao próximo. Não há quem não precise de comida, água e afeto, portanto não se esqueça daquela receitinha infalível: ‘Faça ao próximo o que você gostaria que fosse feito a você’!”

Monsenhor André Sampaio

10 de dezembro – Nossa Senhora de Loreto

Nossa Senhora de Loreto

Trata-se de uma Casa com apenas três paredes, aberta ao mundo e a todas as pessoas. Assim se apresenta a Santa Casa de Nazaré, sob um precioso revestimento de mármore renascentista, a qual, segundo a tradição, foi transportada, “por ministério angélico”, em uma rua pública em Loreto. Esta casa terrena, onde a Virgem Maria recebeu o anúncio do Anjo Gabriel e viveu, com Jesus e José, é testemunho do evento mais importante da história: a Encarnação.

Casa de Maria, da Sagrada Família e de todos os homens

As pesquisas históricas, arqueologias e científicas parecem confirmar a sua autenticidade, sancionada, pela primeira vez, em 1310, com a Bula do Papa Clemente V.

Estudos recentes demonstram que as pedras do edifício foram elaboradas segundo o uso dos Natabeus, conhecido na Galileia no tempo de Jesus. Especialistas confirmam que os incisos em grafites nestas pedras são claramente de origem judaico-cristã, e que a argamassa utilizada é desconhecida na construção de edifícios na região italiana das Marcas.

Além do mais, cinco cruzes em tecido, pertencente provavelmente aos Cruzados, e alguns restos de um ovo de avestruz, símbolo do mistério da Encarnação, foram encontrados entre os tijolos da construção da Santa Casa, cujo perímetro corresponde perfeitamente com a dimensão dos alicerces que permaneceram em Nazaré.

Mas, por que só três paredes? Com toda a probabilidade, elas faziam parte da Casa da Virgem, a antecâmara em alvenaria, que dava acesso à parte posterior da gruta, escavada na rocha, ainda hoje venerada na Basílica da Anunciação em Nazaré.

Transportada pelas mãos dos Anjos

Muitos continuam a se questionar como tenha acontecido o transporte desta relíquia descoberta, que, a olho nu, não parece ser reconstruída, apesar do incêndio desastroso de 1921; aquela catástrofe causou a destruição de parte da decoração pictórica do Santuário e do quadro de madeira original da Senhora Negra.

Segundo a tradição, em 1291, após a expulsão dos Cruzados da Palestina, as paredes da Casa de Nazaré foram transportadas, pela primeira vez, à cidade de Ilíria, na atual Croácia e, em seguida, a Loreto, uma pequena cidade no centro da Itália.

Uma crônica de 1465, narrada por Teramano, diz: “… depois que o povo da Galileia e de Nazaré trocou a religião de Cristo por aquela de Maomé, os Anjos tiraram a mencionada igreja daquele lugar e a transportaram para a Eslavônia. Lá, porém, não foi honrada como convinha à Virgem Maria… Por isso, os Anjos a tiraram daquele lugar e a levaram, por via marítima, até o território de Recanati”.

Muitos, hoje, tendem a aceitar a hipótese, avaliada pelo antigo Código “Chartularium culisanense”, segundo a qual os Anjos da tradição, à qual é atribuído o transporte, se referiam à nobre família bizantina de Épiro, chamada Angeli, que, no século XIII, salvou a venerável igrejinha, via marítima, da fúria dos Sarracenos.

No entanto, o perfeito estado de montagem e conservação das pedras manteve viva uma interpretação do transporte, aberta ao sobrenatural.

Uma Casa no caminho de todo homem

Causa perplexidade a colocação da Casa de Maria em uma “rua pública”. “Neste aspecto – disse Bento XVI, ao visitar Loreto em 2012 – consiste a mensagem singular desta Casa: não é uma casa particular, mas aberta a todos, situada nos caminhos de todos. Com efeito, estamos a caminho de outra Casa: a Cidade Eterna”!

Fonte: Vatican News. Acesso em: 07 dez. 2023.

09 de dezembro – Monsenhor André Sampaio

O TEMPO DO ADVENTO NOS CONVIDA A SERMOS DISCRETOS 

“Aprendamos que a discrição é uma grande virtude. Há pessoas que adoram fazer alarde, especialmente quando se trata de apontar as falhas e os erros dos outros. Essas pessoas se sentem bem em espalhar o mal que acomete a vida dos outros, como se elas fossem imunes. Quando ouvirmos qualquer falatório sobre a vida de outrem devemos nos calar e evitar emitir opinião a respeito. Ninguém sabe o dia de amanhã. Hoje é alguém que conhecemos que passa por dificuldades e amanhã poderemos ser nós. Só se manifeste quando solicitado por quem sofre a dificuldade. Evite fofocas e maledicência. Isso tudo faz muito mal para todos os que se envolvem. Seja você a cortar essa corrente do mal, não dando continuidade à maledicência. Ser discreto demonstra santificação. No mundo em que vivemos todos estão sujeitos a errar, pois ainda não aprendemos a guardar conosco somente as grandes virtudes. Ainda estamos em caminho, em aprendizado, em evolução e qualquer um pode sofrer uma queda. Então, se não puder ajudar, ao menos não fomente o mal.”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento