Katholikos

Catolicismo de maneira inclusiva

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15 de abril – Santo Abôndio, funcionário do Vaticano

Abôndio (totalmente à direita) em um afresco da igreja de Saint-Pierre de Gemonio

As poucas notícias sobre a vida de Abôndio chegaram até nós por São Gregório Magno, que descreveu este funcionário do Vaticano como um homem humilde e de grande dignidade no cumprimento do seu serviço. O Papa narrou também sobre uma cura milagrosa realizada por Abôndio, que faleceu no ano 564.

Fonte: Vatican News. Acesso em: 14 abr. 2023.

15 de abril – Monsenhor André Sampaio

“A simplicidade nos torna mais leves, nada mais pesa, não precisamos mais nos justificarmos, não nos melindramos e também não constrangemos mais os outros. O caminhar fica tranquilo sem sobressaltos. Já não nos importamos com coisas desnecessárias. Aliás, descobrimos com o tempo que poucas coisas são essenciais. Ficamos mais em ‘ser’. Sermos mais pacientes, tolerantes, dóceis, generosos, caridosos. E o que realmente importa é a paz interior, um estado de contentamento da alma, que reflete nosso pensar e agir contagiando aqueles que nos cercam. Pois aquele que traz a simplicidade, a humilde e o amor, reconhece no teu próximo um irmão.”

Monsenhor André Sampaio

14 de abril – Santos Tibúrcio, Valeriano e Máximo, mártires, na Via Ápia

“Transcorria o ano 229. As perseguições anticristãs se enfureciam. O edito de Constantino sobre a liberdade de culto ainda estava longe. Neste contexto, os três mártires, que celebramos hoje, viviam em Roma. Sua veneração era muito viva no século V e sua história foi transmitida por diversas fontes: as mais completas são a Passio de Santa Cecília e o Martirológio Jeronimiano, que depois passou para o Romano, muito usado ainda hoje.

Valeriano e Cecília, uma união virginal

A história começa com Valeriano, um nobre romano, nascido em 177, com quem Cecília, também filha de patrícios de alto escalão, se casou. Apesar de pertencer a uma família pagã, Cecília, desde sua tenra idade, tornou-se discípula de Jesus; às ocultas, vivia em comunhão com Ele, em contínua oração e na prática das virtudes; consagrou-se a Jesus no segredo do seu quarto.

No dia do casamento, Cecília confiou a Valeriano o voto que havia feito: ‘Nenhuma mão profana pode me tocar, porque um anjo me protege. Se você me respeitar, ele também vai lhe amar como me ama’. Valeriano era um ótimo rapaz e a graça começou a entrar nele: aceitou sua esposa e sua união virginal. Naquele momento, um anjo sorridente lhe apareceu, com duas coroas nas mãos: uma, com lírios para ele, e, outra, com rosas para a sua esposa.

Martírio e conversão de Máximo

Valeriano foi batizado pelo Papa Urbano I e tornou-se um cristão zeloso. Com a sua fé e suas palavras inspiradas, conseguiu também converter seu irmão Tibúrcio. Ambos, juntos com Cecília, saíam, todas as noites, para enterrar os cristãos martirizados, contornando as proibições, e levar comida e conforto aos fiéis escondidos.

Certa noite, porém, os dois irmãos foram descobertos, presos e condenados à morte pelo prefeito Almáquio, muito feroz contra os cristãos. Antes da execução, Cecília foi visitá-los na prisão para encorajá-los a enfrentar as provações, que Deus lhes enviava, com fé e tenacidade, até mesmo as mais extremas como o martírio.

No dia seguinte, Máximo, o carcereiro que os vigiava, levou-os a um templo pagão, obrigando-os a oferecer sacrifícios aos deuses, conforme as leis. Mas, ao se recusarem, foram executados. Naquele momento, Máximo viu o céu se abrir e os anjos desceram para levar as almas daqueles dois cristãos. O oficial sentiu, no seu interior, a chamada do Senhor e se converteu. Alguns dias depois, teve o mesmo destino: o martírio.

Enterrar mártires era um crime

Na Roma pagã e fortemente anticristã, o enterro dos condenados à morte, sobretudo por motivos religiosos, era muito perigoso: quem o fazia corria o risco de ser considerado cúmplice e, portanto, era condenado à pena de morte.

Porém, todas as noites, Cecília continuava a desafiar seu destino, mesmo após a execução do marido e do cunhado, que os levou e enterrou em Pagos, quatro milhas fora de Roma. Fez a mesma coisa também com o corpo de Máximo, que enterrou, separadamente, no cemitério de Pretestato, na Via Ápia. Por sua vez, o Papa Pasqual I transferiu as relíquias dos três mártires para a Basílica dedicada a Santa Cecília, no bairro de Trastevere.”

Fonte: Vatican News. Acesso em: 14 abr. 2023.

14 de abril – Monsenhor André Sampaio

“Fascinante é… ter esperanças no amanhã, e saber que após a noite vem o dia. É viver intensamente, a cada momento, as emoções. Pular de alegria e não invadir o espaço alheio. Apreciar o nascer e o pôr-do-sol. Amar as pessoas incondicionalmente. Aproveitar todos os momentos, para fazer trabalhos voluntários em favor do próximo. Confiar sempre no que sua intuição te manda. Procurar perdoar todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, lhe causaram algum problema. Brincar feito criança, com todos que estiverem ao seu redor, para despertar a ingenuidade adormecida que está em você. Chorar se for preciso, não de dor, mas de felicidade, pelo bem que houver proporcionado ao outro. Não se apegar a bens materiais, e deles utilizar somente, o necessário para sua sobrevivência, pois quando morrermos não levaremos nada. Saber que o resultado da vida é consequência das nossas atitudes, que diariamente exercitamos. Só se arrepender do que não fez e que poderia ter feito. Acreditar que a vida pode ser bem melhor, se quisermos!”

Monsenhor André Sampaio

13 de abril – Monsenhor André Sampaio

“As vezes você se pergunta porque será que Deus demora tanto para fazer aquilo que pedimos a Ele? Quando não temos respostas à nossas perguntas, podemos crescer em fé e aprender a confiar em Deus. Deus tem um plano e um tempo para realizá-lo. Pare de ficar se preocupando com isto. Deus quer cuidar de você. Ele é fiel, deixe-o conduzir seus passo! Ore assim: ‘Pai, obrigado por me fortalecer em minhas fraquezas. Creio que tua graça é suficiente para cada situação de minha vida. Creio e acredito em Ti’.”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento