Katholikos

Catolicismo de maneira inclusiva

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03 de maio – Monsenhor André Sampaio

CALMA

“Muitas vezes nos deparamos com situações, onde pela ausência da calma e da paciência podemos causar ou agravar problemas de difícil reparação.

Qualquer que seja o momento difícil em que estejamos passando, procuremos manter a calma, pois somente assim teremos o controle da situação.

A calma nos dá o tempo necessário para raciocinarmos e tomarmos a resolução mais sábia e adequada diante de uma adversidade ou contratempo.

A calma é filha da sabedoria, por isso, cultivemos em nós essa virtude, pois desse modo poderemos evitar muitos aborrecimentos e agravamento de situações já complicadas.

Ter calma é confiar na Providência Divina, que não nos desampara jamais.

Confiemos, agindo pelo bem, pois Jesus está ao nosso lado sempre! E o Espírito Santo é o nosso advogado!”

Monsenhor André Sampaio

Metaverso: já estamos vivendo nele? Uma análise crítica sobre a imersão virtual

O termo “metaverso” tem sido cada vez mais presente nas discussões sobre o futuro da tecnologia e da internet. Ele se refere a um universo virtual em que as pessoas podem interagir, trabalhar e viver de maneira totalmente imersiva. Mas será que já não estamos vivendo no metaverso sem nem perceber?

Os filtros das plataformas, são uma forma de virtualização do ser. Eles nos permitem modificar nossas imagens, adicionar efeitos, mudar nossa aparência e até mesmo simular expressões faciais. Essas modificações virtuais se tornaram tão comuns em nossas vidas que muitas vezes nos esquecemos do que somos na realidade.

Não apenas isso, mas também estamos cada vez mais conectados em redes sociais, jogos online e outras plataformas que nos permitem interagir virtualmente com outras pessoas. Essas interações virtuais muitas vezes se tornam tão importantes para nós quanto as interações físicas.

Além disso, a realidade virtual já é uma tecnologia amplamente utilizada em diversas áreas, desde a educação até a indústria de entretenimento. E, à medida que essa tecnologia evolui, podemos esperar que mais e mais pessoas adotem a realidade virtual como uma forma de viver suas vidas.

Então, talvez já estejamos vivendo no metaverso sem nem perceber. Talvez a linha entre o mundo real e o virtual esteja se tornando cada vez mais tênue. E, se isso for verdade, precisamos começar a nos perguntar o que significa ser humano em um mundo cada vez mais virtualizado.

Será que a nossa essência se mantém a mesma, mesmo quando estamos vivendo em mundos virtuais? Ou será que nossas identidades estão se transformando juntamente com esses mundos? Como podemos garantir que estamos mantendo nossa humanidade, mesmo quando estamos imersos em tecnologia?

Essas são perguntas importantes que devemos começar a considerar à medida que nos movemos em direção a um futuro cada vez mais virtual. Afinal, não importa quantas tecnologias avançadas possamos criar, ainda seremos seres humanos com necessidades e desejos que vão além do mundo virtual.

Mauro Nascimento

Referência:

Não há diferença entre realidade física e virtual. Quem garante que já não estamos vivendo no metaverso?. Acesso em: 02 mai. 2023.

Reflexões sobre a relação entre humanos e animais a partir do caso da capivara Filó

O caso da capivara Filó trouxe à tona diversas questões importantes que merecem ser refletidas. Em primeiro lugar, a relação entre humanos e animais é sempre uma questão delicada e complexa. Ainda mais quando se trata de animais silvestres, que demandam cuidados e um ambiente adequado para sobreviver.

Por um lado, é possível ver a atitude do influenciador Agenor como algo nobre e altruísta, ao resgatar a capivara órfã e cuidar dela com tanto carinho. Por outro lado, é preciso lembrar que a posse de animais silvestres é ilegal e pode causar prejuízos tanto para o animal quanto para as pessoas envolvidas.

Além disso, a mobilização nas redes sociais em prol da capivara Filó mostra a força que a internet pode ter para mobilizar pessoas e causas. No entanto, é importante lembrar que nem sempre a opinião popular é a mais adequada ou justa. É preciso ter cautela ao tomar decisões baseadas apenas na pressão das redes sociais.

Por fim, o caso da capivara Filó também destaca a importância da Justiça na resolução de conflitos. A decisão judicial de conceder a tutela provisória da capivara ao influenciador Agenor pode não agradar a todos, mas é uma forma de garantir que a situação seja analisada de forma mais cuidadosa e justa, levando em consideração o bem-estar do animal.

Em suma, o caso da capivara Filó serve como um lembrete de que nossas ações podem ter consequências, tanto positivas quanto negativas. Devemos sempre pensar nas implicações de nossas escolhas e buscar o equilíbrio entre nossos desejos e o que é correto e justo para todos os envolvidos.

Mauro Nascimento

Referência:

Entenda o caso da capivara Filó que envolveu influenciador, deputada, Luisa Mell e Ibama. Acesso em: 02 mai. 2023.

Esquecer para perdoar ou esquecer para se vingar? Uma análise crítica da frase de Borges

Jorge Luis Borges, um dos mais importantes escritores do século XX, deixou uma frase que pode ser interpretada de muitas maneiras: “Eu não falo de vingança nem de perdão, o esquecimento é a única vingança e o único perdão”. Tal frase nos convida a pensar sobre a importância do esquecimento em nossas vidas e sobre a natureza da vingança e do perdão.

Muitas vezes, quando alguém nos machuca, a primeira reação é querer se vingar. Sentimos a necessidade de fazer com que a outra pessoa sinta a mesma dor que nos causou. No entanto, a vingança nunca nos traz a paz que buscamos. Na verdade, ela muitas vezes acaba nos tornando tão ruins quanto aqueles que nos machucaram. Por outro lado, perdoar nem sempre é fácil, mas é necessário para seguir em frente. No entanto, o perdão nem sempre significa esquecer completamente o que aconteceu.

Borges propõe uma terceira opção: o esquecimento. Quando esquecemos o que nos foi feito, deixamos de sentir a dor que nos machucou e, consequentemente, não sentimos a necessidade de buscar vingança. Além disso, o esquecimento pode ser um verdadeiro perdão, pois nos permite deixar o passado para trás e seguir em frente sem o peso do rancor e do ressentimento.

No entanto, o esquecimento também pode ser perigoso. Quando esquecemos o que nos foi feito, corremos o risco de permitir que a mesma pessoa nos machuque novamente. Por isso, é importante encontrar um equilíbrio entre o esquecimento e a lembrança, entre o perdão e a justiça. Às vezes, a justiça é necessária para evitar que outras pessoas sofram o mesmo que nós sofremos.

Em suma, a frase de Borges nos convida a pensar sobre a natureza humana e sobre como podemos lidar com as dificuldades da vida. Nem sempre é fácil perdoar, e não é certo buscar vingança. Mas talvez a melhor forma de seguir em frente seja encontrar um caminho entre esses extremos, onde possamos lembrar do passado sem sermos dominados por ele e encontrar a paz sem abrir mão da justiça. O esquecimento pode ser uma ferramenta útil nesse caminho, mas precisamos usá-lo com sabedoria.

Mauro Nascimento

02 de maio – Monsenhor André Sampaio

“Permita-se sorrir e sonhar novamente. Ainda que por teimosia, ouse acreditar em um novo dia de oportunidades. Desde o abrir de seus olhos até a realização das tarefas diárias, siga firme com pensamento positivo e com o coração aberto às novas possibilidades que irão surgir. Otimismo, fé e espírito de luta sempre deve nortear a sua vida. Quanto mais fé e mais otimismo maiores serão suas chances de vencer, pois pessimismo e incredulidade farão você desistir de algo muito fácil de conseguir. Por maior que sejam suas dificuldades, anime-se e siga em frente.”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento