Katholikos

Catolicismo de maneira inclusiva

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06 de maio – Monsenhor André Sampaio

“Sim, a teimosia é filha do orgulho! Por que não gostamos de dar razão ao outro, quando nos mostra que estamos agindo mal e seguindo pelo caminho errado? Recebemos vários alertas de pessoas próximas a nós, de que estamos equivocados, e com nosso orgulho que sempre fala mais alto insistimos na prática dos mesmos erros. Somos teimosos. Queremos sempre ter razão e fechamos os olhos e os ouvidos para não ver nem ouvir. A teimosia é uma das filhas do orgulho. Não admitimos nossas falhas, pois o orgulho não permite. Ainda cometemos erros em razão da nossa imaturidade espiritual. Por tudo isso, coloquemos a humildade no lugar do orgulho e aprendamos a ouvir a voz da razão. Sejamos mais dóceis e afáveis e aceitemos a nossa condição de aprendizes na vida. Nosso conhecimento da vida é ínfimo. Temos muito a aprender sempre. Aceitemos nossas limitações, mas sempre procurando aprender a por em prática o conhecimento adquirido. E mais: saibamos que quanto maior o conhecimento, maior a responsabilidade.”

Monsenhor André Sampaio

06 de maio – São Lúcio de Cirene

Existem pelo menos 22 santos com este nome. Hoje é festejado, segundo as indicações do Martirológio Romano, o mais antigo e mais desconhecido de todos.

Nos Atos dos Apóstolos, Lucas afirma que Lúcio atuava na comunidade cristã de Antioquia, juntamente com outros profetas e doutores, como Barnabé, Simeão, também chamado Níger, Manaém e Saulo (At 13,1).

Ele era de Cirene, na Líbia, onde foi bispo, nos primeiros tempos do cristianismo. Esses cinco profetas, segundo o que dizem os registros de Jerusalém, representavam o governo da primitiva Igreja de Antioquia.

Como vimos, só há a indicação do lugar da origem de Lúcio que não deve ser confundido com o mártir homônimo, procedente ele também de Cirene e martirizado sob o governo do imperador Diocleciano. Esse mártir, entretanto, não foi bispo e é venerado em outra data.

Fonte: Franciscanos. Acesso em: 05 mai. 2023.

05 de maio – Monsenhor André Sampaio

“A inteligência sem amor te faz perverso.

A justiça sem amor te faz implacável.

A diplomacia sem amor te faz hipócrita.

O êxito sem amor te faz arrogante.

A riqueza sem amor te faz avarento.

A docilidade sem amor te faz servil.

A pobreza sem amor te faz orgulhoso.

A beleza sem amor te faz ridículo.

A autoridade sem amor te faz tirano.

O trabalho sem amor te faz escravo.

A simplicidade sem amor te deprecia.

A política sem amor te deixa egoísta.

A fé sem amor te deixa fanático.

A cruz sem amor se converte em tortura.

A vida sem amor não tem sentido.”

Monsenhor André Sampaio

05 de maio – São Núncio Sulprício, jovem operário de Nápoles

São Núncio Sulprício

“Estejam sempre com o Senhor, porque dele vem todo bem. Sofram, com alegria, por amor a Deus.”

Foram poucos os anos de serenidade na brevíssima existência deste Santo.
Núncio nasceu na região italiana dos Abruços. Aos seis anos de idade, ficou órfão de pai e mãe. Confiado à sua amada avó materna, com ela aprendeu a ir à Missa e a conhecer a Jesus, amadurecendo, no seu interior, um forte desejo de assemelhar-se a Ele, cada vez mais. Com o falecimento da sua avó, aos nove anos, foi agraciado: de fato, seu tio, a quem foi confiado, o obrigou a trabalhar na sua oficina de ferreiro, pouco adequada para um menino daquela idade: ali, Núncio começou a trilhar o caminho doloroso de Jesus rumo à cruz.

Um jovem operário, órfão e explorado

Núncio teve que transportar cargas pesadas, percorrer longas distâncias a pé, sob o sol quente, a chuva, a neve ou o vento, usando sempre a mesma roupa, em todas as estações.
No entanto, o jovem nunca reclamava: mantinha seu pensamento em Jesus e começou a oferecer seus sacrifícios pela remissão dos pecados do mundo e “ganhar o paraíso”.

Certo dia, porém, uma ferida no seu pé entrou em gangrena. Seu tio e nem os próprios habitantes tiveram dó dele, pelo contrário, até o proibiram de se lavar com a água da localidade para se desinfetar, por medo que pudesse contagiá-los. Então, Núncio descobriu um pequeno riacho em Riparossa, – hoje considerada uma fonte milagrosa – onde passava muito tempo rezando o Terço.

Em Nápoles, entre os “Incuráveis”

Em 1831, devido às suas condições de saúde precária, Núncio teve que enfrentar uma primeira hospitalização em Áquila. Ali, ele se tornou conhecido, por todos os pacientes, pela sua fé, pelas suas obras de caridade com os outros enfermos e pelas suas lições de catecismo às crianças.

Enfim, outro tio ficou sabendo da sua situação e o apresentou ao coronel Félix Wochinger, um importante soldado de Nápoles, que se compadeceu pelo seu estado de saúde e o submeteu a todos os tratamentos possíveis da época sobre a sua doença óssea, até a fazer banhos termais em Ischia.

Núncio ficou muito tempo internado no hospital dos Incuráveis, em Nápoles, onde, finalmente, fez sua Primeira Comunhão.

Encontro com Wochinger, um segundo pai

Núncio melhorou, por um breve tempo. Ao receber alta do hospital, foi morar com o coronel, que vivia em uma espécie de quartel em Maschio Angioino de Nápoles. Entre os dois, instaurou-se uma bela relação entre pai e filho, que lhe permitiu aprofundar a sua fé.

Núncio queria consagrar-se ao Senhor, mas, enquanto esperava amadurecer mais a sua vocação, pediu ao seu confessor para aprovar uma regra de vida, que seguiu escrupulosamente: longas horas de oração, meditação e estudo, além da Missa de manhã e da reza do Terço à noite. Porém, este período de serenidade foi interrompido pela exacerbação da sua doença e pelo diagnóstico que, para Núncio, seria uma sentença de morte: câncer nos ossos.

Vocação ao sofrimento

Núncio procurou manter a sua força até o fim: consolava o coronel – que já o chamava de “pai” – na certeza da promessa de que um dia ambos se abraçariam no céu.

Transcorria o ano de 1836. A situação de Núncio tornava-se, cada vez mais, desesperadora: tinha febre muito alta, mas a suportava com suas orações, oferecendo seu sofrimento pelas conversões e pela Igreja.

A morte aliviou a sua dor no dia 5 de maio, com a idade de apenas 19 anos, após ter recebido os Sacramentos. Em volta do seu corpo, dilacerado pelas chagas, difundiu-se um incrível perfume de rosas.

Fonte: Vatican News. Acesso em: 04 mai. 2023.

 

Ministro Luís Roberto Barroso encontra o Papa Francisco

Nesta quinta-feira (04), o Ministro Luiz Roberto Barroso teve a honra de se encontrar com o Papa Francisco em Roma. O encontro aconteceu durante a visita do ministro à cidade, onde ele participou de uma palestra sobre “Tributação e Novas Tecnologias” organizada pela Universidade Sapienza e pela ESA.

Barroso, que é ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, descreveu o encontro como “venturoso” (feliz) e se mostrou muito grato pela oportunidade de conversar com o líder da Igreja Católica e grande humanista. O ministro também afirmou que o encontro foi breve, mas que foi o suficiente para que ele pudesse sentir a energia e a inspiração do Papa.

O ministro brasileiro é conhecido por suas posições progressistas e defensoras dos direitos humanos, e tem se destacado no cenário político brasileiro como um dos principais líderes na luta pela democracia e pela justiça social. O encontro com o Papa Francisco certamente reforçou a sua visão humanista e o seu compromisso com a construção de um mundo mais justo e igualitário para todos.

Mauro Nascimento

 

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Por Mauro Nascimento