Catolicismo de maneira inclusiva

Autor: Katholikos (Página 40 de 167)

10 de janeiro – Monsenhor André Sampaio

“Não tenho tempo para odiar quem me odeia, não tenho tempo para brigar com quem não me entende, não tenho tempo para me preocupar com quem não se importa comigo, sabe porque? Porque eu estou ocupado amando quem me ama, falando com quem me entende e lutando por aqueles que ainda se importam comigo. A vida é muito curta para ser jogada fora com pessoas vazias e sem princípios.”

Monsenhor André Sampaio

09 de janeiro – Monsenhor André Sampaio

“Resista!

Resista um pouco mais, mesmo que as feridas latejem e que a sua coragem esteja cochilando.

Resista mais um minuto e será fácil resistir aos demais.

Resista mais um instante, mesmo que a derrota seja um imã… mesmo que a desilusão caminhe em sua direção.

Resista mais um pouco, mesmo que os invejosos digam para você parar… mesmo que sua esperança esteja no fim.

Resista mais um momento, mesmo que você não possa avistar ainda a linha de chegada… mesmo que as inseguranças brinquem de roda à sua volta.

Resista um pouco mais, mesmo que a sua vida esteja sendo pesada como a consciência dos insensatos, e você se sinta indefeso como um pássaro de asas quebradas.

Resista, porque o último instante da madrugada é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço e essa manhã bonita, ensolarada, sem algemas nascerá para você em breve, desde que você resista.

Resista, porque estou torcendo ansioso para que você vença e ganhe de DEUS o troféu que você merece: A FELICIDADE!”

Monsenhor André Sampaio

09 de janeiro – Santo Adriano da Cantuária

Adriano nasceu no ano 635 no norte da África e foi batizado com o nome de Hadrian. Tinha apenas cinco anos de idade quando sua família imigrou para a cidade italiana de Nápolis, pouco antes da invasão dos árabes. Lá estudou no convento dos beneditinos de Nerida, onde se consagrou sacerdote.

Enquanto era abade num mosteiro próximo de Monte Cassino, Adriano foi duas vezes convidado pelo papa São Vitalino a ocupar o arcebispado de Canterbury. Declinou a oferta nas duas ocasiões; na segunda vez, no entanto, sugeriu o nome do monge grego Teodoro (Teodoro de Cantuária) para ocupar o cargo. O papa concordou, mas impôs como condição que Adriano acompanhasse o novo arcebispo à Inglaterra. Partiram ambos em 668, mas chegaram a Canterbury separados, depois de longos atrasos pelo caminho. Na Inglaterra, Adriano ficou instalado na abadia de São Pedro e São Paulo (depois abadia de Santo Agostinho).

Possuía profundos conhecimentos sobre a Bíblia, era administrador experiente e um erudito em grego e latim. Sob sua direção, a escola monástica de Canterbury passou a exercer profunda e ampla influência. Na escola, a par das disciplinas religiosas, eram ensinados astronomia, poesia e cálculo de calendário. São Beda afirma que alguns alunos sabiam latim e grego tão bem quanto inglês. Adriano auxiliou o seu arcebispo em várias tarefas pastorais e não há dúvida de que o florescimento da Igreja inglesa no tempo de Teodoro deve muito a ele.

Adriano se tornou um estudioso da Sagrada Escritura, profundo conhecedor de grego e latim, professor de ciências humanas e teologia. A fama de sua capacidade e conhecimento chegou ao imperador Constantino II que em 663 o fez seu embaixador junto ao papa Vitalino, função que exerceu duas vezes. Depois, este papa o nomeou como um dos seus conselheiros.

Adriano viveu neste país durante trinta e nove anos, totalmente dedicados ao serviço da Igreja. Nele os ingleses encontraram um pastor cheio de sabedoria e piedoso, um verdadeiro missionário e instrumento de Deus. Muitos se iluminaram com os seus exemplos de vida profundamente evangélica.

Morreu em 9 de janeiro de 710, foi enterrado no cemitério daquele convento, na Inglaterra. A sua sepultura se tornou um lugar de graças, prodígios e peregrinação. Em 1091, o seu corpo foi encontrado incorrupto e trasladado para a cripta da igreja do mesmo convento. Adriano foi proclamado Santo pela Igreja, que o festeja no dia em que morreu.

Outro Adriano que é lembrado neste dia foi um soldado romano que se converteu ao cristianismo quando via os cristãos morrerem de fome alegremente. Isso no ano de 304.  Adriano era um oficial estacionado na Nicomédia (moderna Turquia) durante o reinado do Imperador Diocléciano. Ele  recusou-se a fazer sacrifício aos deuses romanos e foi preso. De acordo com a tradição durante a sua prisão, sua esposa Natália colocou  roupas de homem e  cuidou dele e dos seus amigos prisioneiros. Quando foi martirizado, Natália  assistiu suas pernas serem esmagadas e seus braços serem cortados. Ela recuperou um dos braços do seu marido quando os romanos tentavam queimar seus restos mortais. Inexplicavelmente uma forte chuva apagou a fogueira. Natália  então pegou o braço de Adriano e escapou da área para não chamar a atenção dos oficiais romanos. Ela foi então para Constantinopla (hoje Istambul) onde o corpo de Adriano tinha sido levado por outros cristãos e estava incorrupto. Ela costurou o braço de São Adriano no devido lugar e suas relíquias estão na Catedral de Istambul. Adriano é o patrono de Roma e Constantinopla.

Fonte: Franciscanos: Acesso em: 08 jan. 2024.

08 de janeiro – Monsenhor André Sampaio

“Viva intensamente a aurora de cada dia.

Faça de cada momento um devaneio contínuo.

Torne-se mais e mais forte.

Sonhe…

E conquiste seus sonhos.

Acorde a cada amanhecer com a certeza de que tudo poderá acontecer.

Sorria…

E consiga todos os bens que o sorriso pode lhe dar.

Pois sempre que você sorrir uma estrela há de brilhar.

Supere-se…

Seja melhor do que você já é.

Conquiste superioridade a cada dia.

Faça tudo o que você quiser.

Brilhe…

E seja brilhante até nos passos em falso que a vida dá.

Tente, tente até conseguir o que quer.

Brilhe o máximo que você puder.

Ame…

Pois o amor é fundamental.

Tenha sempre alguém ao seu lado no caminho pois, como dizia o poeta:

‘É impossível ser feliz sozinho!'”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento