Catolicismo de maneira inclusiva

Autor: Katholikos (Página 21 de 167)

26 de fevereiro – Monsenhor André Sampaio

“Em Deus refrigero a minha alma entorpecida pelas dores, pelos desenganos, pelas desilusões. Em Deus encontro o refúgio que necessito para refletir sobre meus atos e atitudes, algumas vezes impensadas e que me levaram ao erro, ao engano à ilusão. Em Deus encontro o conforto do colo de um Pai bom, justo e amoroso. Em Deus encontro a sabedoria que me leva a repensar toda minha vida e a descobrir o que preciso mudar em mim. Em Deus encontro a esperança de um novo dia, de um novo começo e a coragem para recomeçar. Deus sempre nos dá novas oportunidades, para crescermos e santificar-nos, pois fomos criados para sermos eternos. Deus é o princípio e o fim. Podemos tudo com Deus ao nosso lado. Sem Deus nada podemos e nada somos. Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade!”

Monsenhor André Sampaio

25 de fevereiro – Monsenhor André Sampaio

“Jamais se sinta incapaz, qualquer que seja a situação que esteja vivenciando. Há uma força imensa dentro de você. Deus nos criou com uma capacidade infinita de superarmos todas as dificuldades. Não podemos nunca nos esquecer de que somos obra e criação de Deus e Ele confia em nós. Todos nós temos a semente Divina dentro de nós. Assim, não nos menosprezemos, com o pensamento de que não poderemos, não conseguiremos, não chegaremos etc. Tenhamos uma atitude positiva, buscando a nossa melhora e crescimento para o bem. Se tivermos uma dificuldade, como um vício qualquer, por exemplo, tenhamos a certeza de que temos a capacidade de nos livrarmos desse mal, pois somos maiores do que o vício. Somos donos da nossa vontade. Não deixemos que o mundo exterior e as facilidades enganosas que existem nos envolvam e nos anulem, tornando-nos uma sombra, sem brilho e sem luz. Confiemos, pois fomos criados para brilharmos e vivermos num mundo de paz e alegria. Só depende de nós, pois Deus está ao nosso lado.”

Monsenhor André Sampaio

24 de fevereiro – São Sérgio

Vários Martirológios falam de muitos santos com esse nome. Sérgio, mártir da Cesarea, na Capadócia, por muito pouco não se manteve totalmente ignorado na história do cristianismo. Nada foi escrito sobre ele nos registros gregos e bizantinos da Igreja dos primeiros tempos. Entretanto, ele passou a ter popularidade no Ocidente, graças a uma página latina, datada da época do imperador romano Diocleciano, onde se descreve todo seu martírio e o lugar onde foi sepultado.

O texto diz que no ano 304, vigorava a mais violenta perseguição já decretada contra os cristãos, ordenada pelo imperador Diocleciano. Todos os governadores dos domínios romanos, sob pena do confisco dos bens da família e de morte, tinham de executá-la. Entretanto alguns, já simpatizantes dos cristãos, tentavam em algum momento amenizar as investidas. Não era assim que agia Sapricio, um homem bajulador, oportunista e cruel que administrava a Armênia e a Capadócia, atual Turquia.

A narrativa seguiu dizendo que durante as celebrações anuais em honra do deus Júpiter, Sapricio, estava na cidade de Cesarea da Capadócia, junto com um importante senador romano. Num gesto de extrema lealdade, ordenou que todos os cristãos da cidade fossem levados para diante do templo pagão, onde seriam prestadas as homenagens àquele deus, considerado o mais poderoso de todos, pelos pagãos. Caso não comparecessem e fossem denunciados seriam presos e condenados à morte.

Poucos conseguiram fugir, a maioria foi ao local indicado, que ficou tomado pela multidão de cristãos, à qual se juntou Sérgio. Ele era um velho magistrado, que há muito tempo havia abandonado a lucrativa profissão para se retirar à vida monástica, no deserto. Foi para Cesarea, seguindo um forte impulso interior, pois ninguém o havia denunciado, o povo da cidade não se lembrava mais dele, podia continuar na sua vida de reclusão consagrada, rezando pelos irmãos expostos aos martírios. A sua chegada causou grande surpresa e euforia, os cristãos desviaram toda a atenção para o respeitado monge, gerando confusão. O sacerdote pagão que preparava o culto ficou irado. Precisava fazer com que todos participassem do culto à Júpiter, o qual, segundo ele, estava insatisfeito e não atendia as necessidades do povo. Desta forma, o imperador seria informado pelo seu senador e o cargo de governador continuaria com Sapricio. Mas, a presença do monge produziu o efeito surpreendente de apagar os fogos preparados para os sacrifícios. Os pagãos atribuíram imediatamente a causa do estranho fenômeno aos cristãos, que com suas recusas haviam irritado ainda mais o seu deus.

Sérgio, então se colocou à frente e explicou que a razão da impotência dos deuses pagãos era que estavam ocupando um lugar indevido e que só existia um único e verdadeiro Deus onipotente, o venerado pelos cristãos. Imediatamente foi preso, conduzido diante do governador, que o obrigou a prestar o culto à Júpiter. Sérgio não renegou a Fé, por isto morreu decapitado naquele mesmo instante. Era o dia 24 de fevereiro. O corpo do mártir, recolhido pelos cristãos, foi sepultado na casa de uma senhora muito religiosa. De lá as relíquias foram transportadas para a cidade andaluza de Ubeda, na Espanha.

Fonte: Franciscanos. Acesso em: 22 fev. 2024.

24 de fevereiro – Monsenhor André Sampaio

“Sejamos gratos! Pois a ingratidão é o pior dos sentimentos. Muitas vezes sem perceber agimos com ingratidão diante de nosso Deus. Pedimos muito e nos esquecemos de agradecer por tudo o que temos. Estamos sempre achando que merecemos mais, que Deus não se lembra de nós e por aí vai. Esquecemo-nos do quanto Deus cuida de cada um de nós, amparando e protegendo. Não nos lembramos de que Deus vela por nós de todas as formas, e faz por nós muito mais do que merecemos. Não valorizamos o amor infinito e incondicional que Ele tem por cada um de seus filhos. Não nos lembramos das infinitas oportunidades que Deus nos dá para aprendermos, crescermos e nos santificarmos. Então, antes de reclamarmos da vida, da sorte, do destino, vejamos se não somos os causadores das nossas desventuras. Antes de culparmos a Deus pelos nossos infortúnios, pensemos se temos agido corretamente, dentro das Leis Divinas. Nossa consciência nos responderá e certamente nos apontará o quanto temos sido ingratos.”

Monsenhor André Sampaio

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Por Mauro Nascimento